Pois vontade de escrever não me falta.. ^^*
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Orquídeas. O que é maravilhoso é que essas flores têm uma relação especial com o inseto que as poliniza. Cada orquídea se parece com um tipo de inseto que é atraído por ela. Seu duplo, sua alma gêmea. Tudo que ele quer é fazer amor com ela. Daí ele voa, avista e faz amor com sua alma gêmea, polinizando-a. Nem a flor nem o inseto jamais percebem a importância do seu ato sexual. Como saberiam que sua dança dá vida ao mundo? E dá. Fazendo o que foram programados para fazer, algo magnífico acontece. Eles nos ensinam a viver. Que nosso único barômetro é o coração.
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‘Há maior entendimento que não ser capaz de entender? Pois, em suma voz digo, existem sentimentos que simplesmente não tem explicação.’

:’)
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… beijar 1000 numa noite? É normal!
Transar com qualquer um? É normal!
Zerar a prova? É normal!
Roupas vulgares? Que que tem? É normal!
Anorexia, bulemia? É normal!
Cair bêbado? Normal, normal.
Bater nos outros? Também é normal!
Fumar ali, a toa, pra se aparecer? Muuuito normal!
[Citação adaptada]
Agora me diga, afinal, o que não é normal?
Talvez eles tenham razão. Talvez eu seja velho demais pra isso tudo! Talvez gostar de assistir um DVD com pães de queijo e milk shake nos finais de semana, junto de amigos, seja coisa de gente estranha mesmo. Pois, se assim é o mundo, eu me orgulho de não ser ‘normal’! o/

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De fato, não se tratava de um texto comum. Havia sentimentos ali, como havia. Sentimentos destes que não desejamos quando acompanhados. Completamente desorientado, enfeitiçado talvez, me punha a escrever. Pelas folhas, a tinta deslizava tão suave e inocente, incapaz daquilo tudo suspeitar: suas formas estavam prestes a condenar o homem. Linha após linha e lá estava a confissão de todos os meus mistérios. Tudo que desejei por pra fora, num grito explosivo, frenético e proibido. Um grito proibido, Madame.
Embora não convicto desta, ao menos por instantes, a intenção de entregar cada um daqueles trabalhados versos tomava forma. Não era por coragem, ou por falta dela, muito menos diversão.
(…) Tratava-se de um poema escrito pelas mãos do próprio ‘Dante’, Luxúria. Não se faz acordos com Dante. Pelo menos, não deveriam. Imprevisível. Era assim que o chamavam. Tão quanto meu tempo lúcido por aqui. Febre, maldição dos deuses, antecipou-se. Mal pude perceber quando, aos pés da fogueira, me pus a dormir.
(…)

Em meio a sonhos e delírios, um alívio, uma tristeza. Queimaram-se por entre os meus dedos as mais verdadeiras palavras daquele homem… Queimara-se, ali também, um pedacinho de mim.
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Aos que não me conhecem, uma breve apresentação.
Matheus H. A. T. O., estudante, 15 anos. Poucas ambições, senão um grande sorriso no rosto de quem estimo;

Pretendo fazer deste blog uma pequena coletânea das minudências de minha rotina, de minhas particularidades, dos meus sentimentos. Ainda que queira, não prometo atualizações diárias, pois o tempo que me resta a dedicar aqui não é dos maiores. Porém, isso não faz, nem fará desta, uma página morta. Sempre que possível, sempre que necessário, sempre que meu coração pedir, com certeza minhas idéias hão de sofrer metamorfose e, aqui, em forma de texto, compartilhá-las-ei com vocês, leitores.
Em resposta um tanto egocêntrica, sim, sou eu o mesmo bley do antigo ibley.blogspot, que agora ressurge das cinzas, um pouco mais tolo, bobo e maturo, se é que tamanha contradição seja possível.
Façamos deste, um espaço para discussões (inteligentes, ou não)!
Despeço-me, por hora.
Sazonai, vós!
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